PI – Política do Impossível

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PI – Política do Impossível é um coletivo de artistas educadores com quem faço parcerias em projetos pontuais como Cidade dos Cartógrafos, realizado na Oficina Cultural Oswald de Andrade, Cartografia Política da Ação Comum – supervisão pedagógica da formação inicial do Programa Jovens Urbanos / Cenpec, e Cidade Luz – uma investigação-ação no centro de São Paulo, projeto aprovado em edital pelo Ministério da Cultura, Funarte e Petrobrás, sobre o Bairro da Luz, a “cracolândia” e o projeto Nova Luz.

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Cidade Luz

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[Ação coletiva Traga sua Luz]

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Nossa Luz, texto, imagens e links sobre a ação Traga sua Luz, parte do projeto Cidade Luz.

O convite da ação.

Cidade Luz, convite para o lançamento do livro resultante do projeto.

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Cidade dos Cartógrafos

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“O grupo PI, em parceria com a Oficina Cultural Oswald de Andrade idealizou e realizou o projeto Cartografias do Bom Retiro. O “fio vermelho” [eixo] deste processo se deu como um movimento pendular que ia e voltava da dimensão micropolítica – experiência de cidade dos “cartógrafos” [participantes do projeto] – à dimensão macropolítica – o que destas experiências se revelava como estrutural das relações sociais: do nosso bairro ao nosso país; da nossa cidade ao mundo globalizado.”

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[Cidade dos Cartógrafos, parte 1/2]

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[Cidade dos Cartógrafos, parte 2/2]

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Acesse aqui a publicação Cidade dos Cartógrafos

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Coletivo PI – Política do Impossível

“O PI realiza projetos de educação e produção coletiva de arte. Sua prática une processos artísticos de intervenção pública a processos educativos com grupos, abordando diversas áreas do conhecimento e criando intersecções entre a arte e outras esferas da vida.

Cria projetos de investigação e ação no espaço urbano que colocam todos os participantes como ativos na dinâmica da cidade, contra sua perpetuação como espaço dissociado da vida; tornando visíveis possibilidades e desejos de transformação no sentido da criação de vida pública. O coletivo entende que é no exercício cotidiano de um olhar íntegro – porque é atento, crítico, reflexivo e criador – capaz de selecionar informações e intervir na realidade, que se constitui a possibilidade de produzir sentidos, e não apenas reproduzi-los.

A partir da percepção, sensação e elaboração do vivido, surge a necessidade de transformar “o que é” naquilo que “poderia ser”. O exercício de inscrever esta necessidade na história poderia ser chamado de “exercício democrático verdadeiro”, quando o homem toma as rédeas de sua própria vida, reinventando-se a cada instante e se apropriando de seu potencial para construir critérios e valores.

Assim, a Política como a entendemos tem P maiúsculo, o que, no sentido clássico, significa “invenção do novo”. É uma “nova política”, que deve sair do domínio dos políticos profissionais para entrar no domínio das pessoas comuns ao ser exercida todos os dias.

Então, Política do Impossível é o exercício de pensar e agir dentro do possível, vislumbrando e considerando o impossível como parte legítima do espectro de possibilidades. Tem como sentido ético a construção de uma sociedade mais humanitária.”

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3 Respostas para “PI – Política do Impossível”

  1. Traga sua Luz « gira-me Disse:

    [...] P.I – Política do Impossível e Fórum Centro Vivo convidam para a ação coletiva Traga sua Luz [...]

  2. Nossa Luz « gira-me Disse:

    [...] sua própria luz, no dia 15 de maio foi realizada a ação coletiva Traga sua Luz, organizada pelo P.I – Política do Impossível e pelo FCV – Fórum Centro [...]

  3. Nossa Luz « apocalipse motorizado Disse:

    [...] semana passada, cerca de 30 pessoas aceitaram o convite do coletivo P.I. – Política do Impossível e do Fórum Centro Vivo e participaram de uma caminhada iliuminada pelo centro de São [...]

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