Archive for the ‘Fórum Centro Vivo’ Category

Olhe Através

fevereiro 6, 2010

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Página nova no Gira-me

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OLHO DA RUA

agosto 27, 2009

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// Inauguração quarta-feira, 02 de setembro de 2009, às 19 horas.

// De 02 de setembro à 04 de outubro de 2009, no primeiro andar da Galeria Olido

/ Av. São João, 473 – Largo do Paissandu – Centro, SP

/ Segunda à sexta-feira, das 12h às 20h30
/ Sábado, domingo e feriados das 13h às 20h30

A EXPOSIÇÃO OLHO DA RUA

Busca adentrar o universo das pessoas que vivem em situação de rua, suas dificuldades, estratégias de sobrevivência, problemas decorrentes, expectativas de vida, possibilidades de luta e transformação social. A idéia é unir o trabalho de artistas que refletem sobre o tema com o olhar de pessoas que diretamente vivenciam ou vivenciaram o universo das ruas. A exposição será apresentada de forma jornalística e artística.

OBJETIVO

A exposição visa ampliar a reflexão sobre o tema por meio da convergência de diferentes olhares. Para tanto, será realizada uma mostra coletiva de arte que contemplará diversas linguagens, tais como: instalações, fotografias, ilustrações, vídeos e textos. Além disso, a proposta é a criação de uma rede de comunicação, fomentada pela ocupação do espaço que estará aberto para o diálogo com os participantes envolvidos e demais interessados. A intenção é transformar o pensamento através da reflexão e da aproximação de atores sociais, cujo foco é a rua.

FORMATO

Mostra entre os dias 02 de setembro e 04 de outubro de 2009, na Galeria Olido.

Ocupação semanal da Galeria Olido com atividades livres:

Leitura da exposição e da Revista Ocas”; Sarau poético com vendedores da Ocas” e interessados; Apresentação da peça de Sebastião Nicomedes; Encerramento, conversa com a presença dos participantes e outras atividades.

PARTICIPANTES

Alderon Costa , Antonio Brasiliano, Anderson Barbosa,  Augusto Citrangulo, Eduardo Verderame, Esqueleto Coletivo, F?, Fabiane Borges, Felipe Brait, Flavia Vivacqua, Floriana Breyer, Guto Lacaz + Celso Gitahy, Lucas D., Marcos Vilas Boas, Mariana Cavalcante, Paulo Zeminian, Rodrigo Araujo, Peetssa, Pedro Ranciaro, Sebastião Nicomedes, Túlio Tavares

OFICINAS OCAS”

Cabeça Sem Teto, Oficina de Criação, Ponto de Cultura

ASSESSORIA DE IMPRENSA OLHO DA RUA

Antonio Brasiliano – antoniobrasiliano@gmail.com
Tulio Tavares – tuliotavares@yahoo.com

CURADORIA E ORGANIZAÇÃO

Antonio Brasiliano, Eduardo Verderame e Tulio Tavares

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OLHO DA RUA


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Ciclo de Projeções Independentes em Espaços Libertários

abril 28, 2009

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[cartaz em alta]

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Ciclo de Projeções Independentes em Espaços Libertários
De 29.04 a 03.05

29 de ABRIL (Quarta-feira) a partir das 20h
Projeções + debates
Filme: “Não começou em Seattle, não vai terminar em Quebec” (CMI)

Local: ESPAÇO AY CARMELA!
Endereço: Rua das Carmelitas, 140 – Próximo ao Metrô Sé (Saída Poupatempo)

30 de ABRIL (Quinta-feira) a partir das 20h
Projeções + debates
Filmes: “Ilha das Flores” + “Sabotage (documentário)” + curtas

Local: CICAS – Centro Independente de Cultura Alternativa e Social
Endereço: Pça Padre João Bosco Penido Burnier – Vila Sabrina (ZN)
(Esquina da Avenida do Poeta x Rua Carlos Calvo, ponto final do Correio/Vl. Sabrina 1156/2181)

1º de MAIO (Sexta) a partir das 16h
Aniversário do FORMIGUEIRO

Projeções + debates + shows + expos
Filmes: “ O Espaço do Baixo e Vil” , “Periferias Paulistas”, “Botinada”, “Hype – História do Grunge” + curtas
Shows de: Água Pesada, Popstars Acid Killers, Roswell, Violent Noise
+ Expo de fotos “Brisas Fotográficas”
+ Expo de Quadros – Heavy
+ Stencil ao vivo – Píer Conv.
+ Banca de Camisetas – Tomate

Endereço: Rua Dr. Paulo de Queirós, 990 – Jd. Nove de Julho (ZL)

02 de MAIO (Sábado) a partir das 17h
Projeção de curtas ao ar livre + debates sobre intervenção urbana

Local: CASA ABERTA
Endereço: Pça Santo Epifânio, 275 – Butantã (ZS)
(próx. à saída de pedestres da vl. Indiana, altura da casa do norte da av. Corifeu de Azevedo Marques)

03 de MAIO (Domingo) a partir das 14h
Projeções + Debate sobre produções alternativas de alimentos
Filme: “Poder da Comunidade” + curtas

Local: CASA DA LAGARTIXA PRETA
Endereço: Rua Alcides de Queiroz, 161 – Casa Branca – Santo André (ABC)
(15 min. da Estação Santo André / Prefeito Celso Daniel)

Entrada gratuita em todos os eventos

REALIZAÇÃO:

Ativismo ABC
CasAberta
Casa da Lagartixa Preta
CICAS – Centro Independente de Cultura Alternativa e Social
CMI – Centro de Mídia Independente / Coletivo São Paulo
Coletivo Anarquista Terra Livre
Espaço Ay Carmela!
FCV – Fórum Centro Vivo
Formigueiro Rock Bar
Sinfonia de Cães

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CENTRO VIVO ATÉ QUANDO?

dezembro 12, 2008

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O Fórum Centro Vivo comemora oito anos de luta pela articulação de todos/as contra a “revitalização” excludente do Centro de São Paulo e lamenta a série de ações praticadas pelo poder público-privado, ações criminalizadoras e de expulsão da população que ocupa, há décadas, esse território.

Traga seu relato, sua experiência, seus textos, estudos, imagens, idéias e projetos sobre o centro.  Ou venha saber mais e participar.

Dia 14/12, domingo, a partir das 13h no Espaço Ay Carmela!

Veja a programação e outras informações no site do espaço.

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Abuso do público para uso privado

outubro 16, 2008

“Em política, ‘dizer é fazer’, quer dizer, fazer crer que se pode fazer o que se diz.”
Pierre Bourdieu, O poder simbólico

Interesse público, poderes privados e práticas discursivas na política de renovação do Centro de São Paulo

Artigo de Pedro Fiori Arantes

No Centro de São Paulo transitam 2,5 milhões de pessoas todo dia. Ou seja, um em cada quatro moradores da capital freqüenta a região cotidianamente, fato que se nota facilmente observando o fluxo de pessoas pelos calçadões e terminais urbanos. Esse fato não impede, entretanto, que o atual coordenador das ações públicas no Centro da cidade, Andrea Matarazzo, afirme que “Precisamos trazer o paulistano de novo para cá, seja para morar, trabalhar, fazer compras ou simplesmente passear”¹. O que ele quer dizer com isso?
A análise das falas e das justificativas para as ações dos agentes públicos no processo de renovação da área central de São Paulo é o tema desse artigo. O discurso e o poder de quem o enuncia revelam intenções que precisam ser interpretadas. Como afirma Pierre Bourdieu, “basta que as idéias sejam professadas por responsáveis políticos para se tornarem idéias-força capazes de se imporem à crença”, pois no campo político, “as idéias-força tem o poder de fazer com que o porvir que elas anunciam se torne verdadeiro”². A eficácia do discurso político está em seu poder mobilizador, no sentido de tornar-se uma espécie de “profecia auto-realizada”.
A decisão de centrar a análise prioritariamente na prática discursiva de gestores do programa e não de outros atores – como técnicos do BID, consultorias, gerenciadoras, ONGs e mesmo a população atingida – é aqui tomada em função de serem eles os únicos que, por obrigação legal, devem defender o “interesse público” ou “bem comum” – noções a que retornaremos adiante.
Pretende-se, assim, verificar como esse discurso é construído para justificar a ação pública. Na escolha feita por quem enuncia, entre o que é dito ou não dito, entre o que é mostrado e o que é escondido, entre o que é priorizado ou acaba relegado, procuraremos compreender qual o caráter ideológico da construção discursiva dos gestores. Ou seja, ao que ele serve: defende os interesses públicos, como interesses de igualdade de acesso e de bem-estar para a totalidade da população? Está direta ou indiretamente capturado por interesses privados? A quem se dirige este discurso (à população em geral, a investidores locais, a investidores externos, a grupos de pressão)? Quem o enuncia e qual o poder de autoridade desse enunciador? Quais palavras de ordem e imaginários coletivos ele mobiliza para se legitimar? Como ele publiciza (por que meios de comunicação e informação direta à população) e se publicitariza (ao se tornar a propaganda de si mesmo)?
A análise dos discursos certamente não substitui a análise das ações propriamente ditas, inclusive para verificar a distância entre palavras e práticas. Como nos lembra Flávio Villaça, “é comum entre nós considerar como sendo política pública o discurso do Estado acerca de sua ação sobre o urbano (…) há que se considerar, com cuidado, a diferença entre o discurso e a ação real do Estado, cujos objetivos, aliás, freqüentemente são ocultos”³.
Tal constatação não nos impede de reconhecer na própria construção discursiva uma dimensão da ação pública que precisa ser elucidada. Isso porque a enunciação dos objetivos públicos é parte relevante da disputa política e da formação de Estados democráticos e legítimos. As ambigüidades desses discursos, seu caráter ideológico ou de classe, podem revelar os interesses reais que movem as ações concretas, o sentido para o qual são planejadas e executadas. O campo político só é decifrado na medida em que se pode definir o universo do que é “dizível ou indizível, pensável ou impensável”, uma vez que essa fronteira determina-se na relação de força entre interesses concretos em jogo4. (…)

Baixe o artigo completo no site do Fórum Centro Vivo

Traga sua Luz

junho 23, 2008

Para mostrar que, ao contrário do que alguns querem nos fazer acreditar, o Bairro da Luz tem sim sua própria luz, no dia 15 de maio foi realizada a ação coletiva Traga sua Luz, organizada pelo PI – Política do Impossível e pelo FCV – Fórum Centro Vivo.

Cerca de cinqüenta pessoas iluminadas com velas, colares de LEDs, luzes de bicicleta e lanternas, caminharam da estação da Luz, no centro de São Paulo, até os terrenos desapropriados e demolidos pela prefeitura, na Rua dos Gusmões.

A ação terminou com a instalação de duzentos sacos de papel e velas em um dos terrenos, feita pelos participantes da caminhada e moradores do bairro que passavam pelo local.

Sobre minha parceria com o PI

Nossa Luz

maio 20, 2008

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Ação coletiva Traga sua Luz

Para mostrar que, ao contrário do que alguns querem nos fazer acreditar, o Bairro da Luz tem sim sua própria luz, no dia 15 de maio foi realizada a ação coletiva Traga sua Luz, organizada pelo PI – Política do Impossível e pelo FCV – Fórum Centro Vivo.

Cerca de cinqüenta pessoas iluminadas com velas, colares de LEDs, luzes de bicicleta e lanternas, caminharam da estação da Luz, no centro de São Paulo, até os terrenos desapropriados e demolidos pela prefeitura, na Rua dos Gusmões.

A ação terminou com a instalação de duzentos sacos de papel e velas em um dos terrenos, feita pelos participantes da caminhada e moradores do bairro que passavam pelo local.

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Bairro da Luz x Projeto Nova Luz

O Bairro da Luz vem sofrendo sucessivos ataques do poder público e da mídia corporativa, que têm como objetivo a realização do projeto Nova Luz. A prefeitura, em nome de um proclamado projeto de “interesse público” que poucos se interessaram em contestar, vem desapropriando, lacrando e demolindo imóveis do bairro, para dar lugar à iniciativa privada de maior poder aquisitivo e político, que será beneficiada com a isenção de diversos impostos municipais.

Tendo como base um decreto de utilidade pública que permite a desapropriação de imóveis, a prefeitura indeniza em parte os proprietários atingidos, mas não indeniza os comerciantes, que perdem grandes somas de dinheiro investidas em fundo de comércio e, principalmente, suas fontes de renda. Famílias inteiras são prejudicadas.

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“Cracolândia” não é o Bairro da Luz

Ignorando toda a diversidade existente no bairro, o poder público e a mídia estigmatizam a região, a que se referem como “cracolândia”, para justificar suas intervenções e conquistar assim a aprovação da opinião pública.

A prefeitura trata a questão do consumo de drogas como “caso de polícia”, realizando ações violentas contra essa parte da população em situação de rua, e ignorando que a questão é um problema social amplo, que deve ser tratado por diversos setores da administração pública e da sociedade, tanto para minimizar os estragos causados pelo uso da droga, quanto para evitar que outras crianças e jovens cheguem a essa situação.

A “cracolândia”, que não é um território e tampouco o Bairro da Luz, mas uma situação social limite, com as intervenções violentas da prefeitura tem se espalhado em pequenos focos pelo centro, atingindo crianças e jovens que antes permaneciam longe do crack.

Um belíssimo trabalho do poder público e da sociedade.

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Revitalização

O projeto Nova Luz é parte de um projeto maior, a Revitalização do Centro de São Paulo, que pretende expulsar a população de baixa renda da área central, para atrair investimentos imobiliários e de comércio, e as classes sociais mais altas. Um projeto que afirma claramente uma política de apartheid social.

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Outras imagens e relatos da ação:

Peetssa – Política do Impossível / CMI

Polly / Contraponto e Fuga

Isaumir Nascimento / CMI

Apocalipse Motorizado

Daniel Lima – Política do Impossível / CMI

Sobre minha parceria com o PI

Traga sua Luz

maio 14, 2008

PI – Política do Impossível e Fórum Centro Vivo convidam para a ação coletiva Traga sua Luz

BAIRRO DA LUZ x CRACOLÂNDIA x NOVA LUZ


Um bairro, uma situação, um projeto de “interesse público”.O que cada um quer iluminar nesse contexto?

Ilumine seu caminho até a Estação da Luz. Traga já acesas velas, lamparinas, luminárias ou lanternas.

Encontre outras luzes na estação.

Uma caminhada coletiva e iluminada pelo bairro. A nossa luz é um pequeno mar de pontos móveis brilhantes, fluindo pelas ruas.

Então paramos um momento para compartilhar pensamentos e ações sobre o tema.

Dia 15/05, quinta-feira.

Concentração às 18h, na Estação da Luz
(Rua Mauá, em frente a Rua Casper Líbero)

Caminhada às 19h

Traga velas, lamparinas, luminárias ou lanternas.
Não esqueça! Faça o percurso até o local do encontro com sua luz própria acesa!
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Sobre minha parceria com o PI